Kazaa intocável. Ou o fim?

Após ter conseguido o encerramento do Napster, a Recording Industry Association of America está agora a processar o Kazaa. No entanto a tarefa está a ser um pouco mais complicada. A empresa responsável pelo programa, a Sharman Networks, está registada no Vanuatu, uma ilha do Pacífico, sendo gerida da Austrália. Os servidores ficam na Dinamarca e ninguém sabe da equipa de desenvolvimento. Como não é possível aplicar a lei dos EUA além das fronteiras, talvez os utilizadores continuem com sorte. Ou não… Agora também as produtoras de filmes e de jogos de computador se aliaram à RIAA para acabar com o Kazaa. Entretanto surgiram alguns vírus informáticos que apenas atacam os utilizadores deste software. A Sharman Networks reconheceu que não pode continuar a batalha judicial em tantas frentes, mas a sua directora, Nikki Hemming (uma loira :) ) apresentou recentemente uma nova versão do programa, que utilizará parte do poder de processamento dos PCs dos seus utilizadores para funcionar… Que nos reservará o futuro?

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