Como têm aparecido muitos visitantes em busca de informação sobre o cometa Holmes, aqui ficam mais alguns dados.

Em 6 de Novembro de 1892, enquanto observava a galáxia de Andrómeda, Edwin Holmes apercebeu-se da existência de um corpo celeste desconhecido. Tratava-se deste cometa, a quem deu o nome, e que atravessava então uma fase como a que podemos assistir hoje.
Entre 23 e 24 de Outubro de 2007, uma vez mais, a intensidade luminosa do comenta aumentou imenso, passado da magnitude 17 para magnitude 2.8 em apenas algumas horas. Um aumento de brilho de cerca de um milhão de vezes!
Desde há cerca de um ano, quando viemos morar para a Marinha Grande, que nos surgiu a ideia de comprar um par de bicicletas para podermos usufruir convenientemente do ambiente que nos rodeia.
Ora, não tendo feito segredo desta nossa vontade, acabei por receber a minha bicicleta no passado dia 21, no meu dia de anos!
Nada como um Sábado com uma tarde desocupada e um Sol invejável para testar o veículo.
A intenção era, à partida, experimentar a bicicleta, o piso das ciclovias e a minha forma física…
Para tal, saí da Marinha Grande em direcção a São Pedro de Moel, deixando o resto do percurso em aberto. Acabou por ser um pouco mais longo do que previra!

Foram 35 km, a uma velocidade média de 15 km/h e máxima de 42 km/h. Nada mau, para uma primeira vez!
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Num céu perto de si…

Até à semana passada, o cometa Holmes passava bem despercebido. Invisível a olho nu, tinha algum interesse apenas para os aficionados neste tipo de astro.
Então subitamente, no passado dia 24, o brilho deste astro aumentou exponencialmente, podendo agora ser visto a olho nu, mesmo em locais com forte poluição luminosa.
A última vez que tal evento aconteceu, foi há 115 anos, altura em que o astrónomo amador Edwin Holmes o avistou pela primeira vez. O motivo porque estas alterações acontecem, ou o seu período, são ainda um mistério que intriga os cientistas.
Resta-nos esperar pelos próximos dias. Será demais pedir uma pequena cauda?
A foto que ilustra o post foi tirada sem qualquer ampliação adicional. A máquina fotográfica foi montada às cavalitas do telescópio apenas para estabilização.
Nem só de televisão vivem as nossas memórias!
Embora não seja um grande jogador, ao longo destes últimos 20 anos experimentei, certamente, centenas de jogos. Alguns, poucos, conseguiram cativar-me.
Um deles, foi o Another World. Este vídeo acompanha os últimos (difíceis) 10 minutos do jogo.
Se a memória que tenho está correcta, consegui fazer os últimos 3 minutos na primeira tentativa.
Vi muitos jogos, antes e depois do Another World, mas nenhum final me deu tanto gozo como este.