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	<title>ETERNOS.ORG &#187; Desabafos</title>
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	<description>espaço web de carlos franquinho</description>
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		<title>Viver offline</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 23:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
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		<description><![CDATA[Às vezes, ponho-me a pensar naquelas pessoas que não têm o hábito de andar à deriva pela net. Pobrezinhos.
Não falo dos velhotes, mas sim dos gajos e gajas da minha idade, trintões, que não conhecem as maravilhas do mundo online.
Depois, a dada altura, invejo-os. Como seria a vida sem msn, blogs, feeds para ler, mails [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes, ponho-me a pensar naquelas pessoas que não têm o hábito de andar à deriva pela net. Pobrezinhos.</p>
<p>Não falo dos velhotes, mas sim dos gajos e gajas da minha idade, trintões, que não conhecem as maravilhas do mundo online.</p>
<p>Depois, a dada altura, invejo-os. Como seria a vida sem msn, blogs, feeds para ler, mails a enviar, twitters, hi5, facebook, wikipédias, flickrs e youtubes?!</p>
<p>Ena, tanto tempo que me ia sobrar ao fim do dia! Tanta coisa útil que poderia fazer com todo este tempo recuperado!</p>
<p>Pessoalmente, sou facilmente viciável &#8211; e quem me conhece do tempo do irc, sabe-o bem -, mas, às vezes, dá vontade de largar estes <em>time wasters</em> todos e viver outro estilo de vida: desligar o pc que, coitadinho, bem merece um descanso</p>
<p>Penso em tudo isto! Mas depois passa-me&#8230; <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>oo que?</title>
		<link>http://eternos.org/2008/11/25/oo-que/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 22:29:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
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		<description><![CDATA[
Obrigadinho, mas por mim, já chega. Se é preciso passar por isto para conseguir umas borlas, acho que prefiro pagar.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.wook.pt/errorPages/error.php"><img class="aligncenter size-full wp-image-709" title="wook" src="http://eternos.org/wp-content/uploads/2008/11/wook.jpg" alt="" width="500" height="289" /></a></p>
<p>Obrigadinho, mas por mim, já chega. Se é preciso passar por isto para conseguir umas borlas, acho que prefiro pagar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Bem sei que é copy &amp; paste&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2008 20:06:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[comentário]]></category>

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		<description><![CDATA[E acreditem que pensei duas vezes antes de aprovar isto!
Mas não resisti.  
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E acreditem que pensei duas vezes antes de <a href="http://eternos.org/2007/10/31/gcometa-17pholmes/#comment-686">aprovar isto</a>!<br />
Mas não resisti. <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Trinta e quatro</title>
		<link>http://eternos.org/2008/10/21/trinta-e-quatro/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 09:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[34]]></category>
		<category><![CDATA[aniversário]]></category>

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		<description><![CDATA[
Fotografia de Stephan Mosel.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="max-width: 800px;" src="http://eternos.org/wp-content/uploads/2008/10/27303719-7a37f0137e.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Fotografia de <a href="http://www.flickr.com/people/moe/">Stephan Mosel</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Pobreza</title>
		<link>http://eternos.org/2008/10/15/pobreza/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 22:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>
		<category><![CDATA[blog action day 2008]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza]]></category>

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		<description><![CDATA[Sou muito céptico em relação a uma mudança de mentalidade global. Seria necessário que todos puséssemos de parte o nosso egoísmo para que algo se alterasse de forma significativa. Não consigo visualizar um mundo de fraternidade durante as próximas décadas. Estamos, ainda, demasiado preocupados com o nosso umbigo.
É normal.
De certa forma, aprendemos a desconfiar de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou muito céptico em relação a uma mudança de mentalidade global. Seria necessário que todos puséssemos de parte o nosso egoísmo para que algo se alterasse de forma significativa. Não consigo visualizar um mundo de fraternidade durante as próximas décadas. Estamos, ainda, demasiado preocupados com o nosso umbigo.</p>
<p>É normal.</p>
<p>De certa forma, aprendemos a desconfiar de tudo e de todos.</p>
<p>Olhamos para aqueles que vivem à margem da sociedade como potenciais inimigos.</p>
<p>Como mudar o rumo? Não conheço soluções milagrosas. Faz-nos falta um <em>reset</em>. Um novo começo, sem ideias pré-concebidas, sem memórias e sem história.</p>
<p>Inevitavelmente, o <em>reset </em>dar-se-á. Resta saber se o premir do botão terá origem numa crise financeira, numa pandemia ou na queda de um meteoro. De qualquer maneira, qualquer calamidade que nos coloque a todos no mesmo barco, poderá funcionar como ponto de partida para uma melhor humanidade. (Ou não!)</p>
<p>E até lá?</p>
<p>Até lá, resta-nos não fechar os olhos e não desviar o olhar. É necessário começar por admitir que as situações de pobreza acontecem.</p>
<p>E acontecem, certamente, mais perto do que gostaríamos de admitir. Encarar estes casos próximos como uma realidade é apenas o primeiro passo para que nos afectem. Então, quanto nos sentirmos tocados, estaremos prontos a ajudar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ingerências Grosseiras</title>
		<link>http://eternos.org/2008/10/09/ingerencias-grosseiras/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 11:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[prémio nobel]]></category>

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		<description><![CDATA[Diário Digital
O governo chinês insurgiu-se hoje contra a possibilidade de o Prémio Nobel da Paz ser atribuído ao dissidente Hu Jia, afirmando que isso seria «uma grosseira ingerência nos assuntos internos da China».
Hu Jia «cometeu o crime de subversão» e «foi condenado», realçou o porta-voz do Ministério chinês dos Negócios estrangeiros.
«Premiar este tipo de pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=352948">Diário Digital</a></p>
<blockquote><p>O governo chinês insurgiu-se hoje contra a possibilidade de o Prémio Nobel da Paz ser atribuído ao dissidente Hu Jia, afirmando que isso seria «uma grosseira ingerência nos assuntos internos da China».</p>
<p>Hu Jia «cometeu o crime de subversão» e «foi condenado», realçou o porta-voz do Ministério chinês dos Negócios estrangeiros.</p>
<p>«Premiar este tipo de pessoas seria uma grosseira ingerência nos assuntos internos da China» e «contrariaria o propósito do Prémio Nobel», acrescentou.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" style="max-width: 800px;" src="http://eternos.org/wp-content/uploads/2008/10/huandzeng.jpg" alt="" width="210" height="210" /></p>
<p>E não estará a China a cometer uma &#8220;grosseira ingerência nos assuntos internos&#8221; do Prémio Nobel?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Aerogeradores. São assim tão bonitos?</title>
		<link>http://eternos.org/2008/10/07/aerogeradores-sao-assim-tao-bonitos/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 21:24:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[aerogeradores]]></category>
		<category><![CDATA[Montesinho]]></category>
		<category><![CDATA[parque natural]]></category>
		<category><![CDATA[ventoinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Felizmente, nos dias que correm, as energias renováveis são bem recebidas pela população e pelos governos pelo que é natural que se encontrem em franco crescimento. A questão que coloco é: a que custo?
Um dos meus destinos de férias preferido é o Parque Natural de Montesinho ao qual tenho regressado quase anualmente, ao longo dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Felizmente, nos dias que correm, as energias renováveis são bem recebidas pela população e pelos governos pelo que é natural que se encontrem em franco crescimento. A questão que coloco é: <em>a que custo?</em></p>
<p>Um dos meus destinos de férias preferido é o Parque Natural de Montesinho ao qual tenho regressado quase anualmente, ao longo dos últimos 5 ou 6 anos. De ano para ano, uma paisagem que possuía, quando a descobri pela primeira vez, uma indescritível beleza agreste, praticamente intocada por mãos humanas, vem-se transformando num imenso campo de geradores eólicos.</p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/out2008/img_6171.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic65" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=65&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="img_6171.jpg" title="img_6171.jpg" />
</a>

<p>Acredito que o impacto nos ecossistemas seja muito reduzido pois, felizmente, as ventoinhas não poluem. Mas&#8230; E o impacto visual? Até agora, os cumes das montanhas distantes eram os únicos locais a que não chegava a mão do Homem e onde podíamos, mesmo em plena Europa, encontrar a Natureza num estado selvagem. Agora, parece não haver pico que não tenha um aerogerador. Teremos o direito de roubar estas paisagens às gerações futuras?</p>
<p><a href="http://eternos.org/2008/10/07/aerogeradores-sao-assim-tao-bonitos/"><em>Click here to view the embedded video.</em></a></p>
<p>É difícil, com belos spots publicitários, como este da EDP, ver algum mal nesta energia! Os últimos segundos do anúncio, no entanto, demonstram bem aquilo de que falo.</p>
<p>Há uma linha ténue a separar as vantagens e as desvantagens de cada decisão que se toma e é preciso ponderar bem se os ganhos justificam os custos&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Bye bye Flickr</title>
		<link>http://eternos.org/2008/05/08/bye-bye-flickr/</link>
		<comments>http://eternos.org/2008/05/08/bye-bye-flickr/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 19:29:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[Flickr]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando me registei no Flickr, em Fevereiro/Março de 2004, o número de utilizadores era reduzido, e o site muito pouco conhecido. Pareceu-me, apesar de tudo, que seria um caso de sucesso no futuro, e sendo uns dos &#8220;pioneiros&#8221; por estas bandas, acabei mesmo por registar o grupo &#8220;Portugal&#8221;.
Com a fama deste serviço, veio o boom [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando me registei no Flickr, em Fevereiro/Março de 2004, o número de utilizadores era reduzido, e o site muito pouco conhecido. Pareceu-me, apesar de tudo, que seria um caso de sucesso no futuro, e sendo uns dos &#8220;pioneiros&#8221; por estas bandas, acabei mesmo por <a title="Portugal @ Flickr" href="http://www.flickr.com/groups/37718679592@N01/discuss/896/">registar o grupo &#8220;Portugal&#8221;</a>.</p>
<p>Com a fama deste serviço, veio o boom de utilizadores, as &#8220;amizades flickrianas&#8221; e, foto a foto, a construção de uma galeria interminável (entretanto já com uma conta pro).</p>
<p>A compra do Flickr pelo Yahoo e as queixas de censura, vieram alterar o panorama. Tinha acabado o estado de graça.</p>
<p>Recentemente, o disparate que foi a entrada dos videos no Flickr, aliado a um certo cansaço de tantos anos a enviar fotografias para o site, vieram ditar o meu futuro por aquelas bandas: não iria renovar a minha conta pro.</p>
<p>Apaguei alguns milhares de fotos, deixando apenas <a title="Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/wysiwyg/">uma amostra</a> como recordação de outros tempos.</p>
<p>Parece estranho, no entanto, não ter agora um site sempre à mão para alojar fotografias e conhecer opiniões. Também o eternos.org, o FotoNatura e o FotoDiário, ficaram mais despidos, pois a generalidade das imagens dos posts vinham do Flickr.</p>
<p>É uma situação temporária. Em breve surgirá uma solução caseira, a qual, espero, durará pelo menos outros quatro anos!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>IRC hoje</title>
		<link>http://eternos.org/2007/11/04/irc-hoje/</link>
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		<pubDate>Sun, 04 Nov 2007 00:18:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>
		<category><![CDATA[irc]]></category>
		<category><![CDATA[lamers]]></category>

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		<description><![CDATA[Como alguns dos meus leitores saberão, em tempos idos, fui um grande irc addicted (daqueles que viam o nascer do Sol ainda agarrado ao teclado). Isso passou, claro, pois outros valores mais altos se levantaram. Pelo que sei, o IRC foi perdendo o seu encanto.
Volto de tempos a tempos, pois ainda prezo a minha identidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como alguns dos meus leitores saberão, em tempos idos, fui um grande irc addicted (daqueles que viam o nascer do Sol ainda agarrado ao teclado). Isso passou, claro, pois outros valores mais altos se levantaram. Pelo que sei, o IRC foi perdendo o seu encanto.</p>
<p>Volto de tempos a tempos, pois ainda prezo a minha identidade (leia-se nick), e preciso ir fazendo um login periodicamente. Geralmente não chego a passar 5 minutos na rede, nem entro em qualquer canal.</p>
<p>Hoje, por mera curiosidade, entrei.  Fui de imediato abordado! Coisa rara, diga-se de passagem, pois a estranheza do meu nick costuma ser suficiente para afugentar os lamers.</p>
<p>&lt;lamer1&gt; ola<br />
&lt;lamer1&gt; es nino ou nina?<br />
&lt;wysiwyg&gt; nenhum dos dois<br />
&lt;lamer1&gt; poix poix<br />
&lt;lamer1&gt; lol<br />
&lt;lamer1&gt; diz la<br />
&lt;wysiwyg&gt; oh&#8230; tou a falar a sério<br />
&lt;lamer1&gt; poix<br />
&lt;lamer1&gt; n es nenhyma dls entao e homem ou mulher?<br />
&lt;lamer1&gt; lol<br />
&lt;lamer1&gt; *es<br />
&lt;wysiwyg&gt; e n posso ser um robot?<br />
&lt;lamer1&gt; sei k ind n existe robot a teclar n net<br />
&lt;lamer1&gt; lol<br />
&lt;wysiwyg&gt; mas o que é que te interessa se sou macho ou fêmea? a tua pilinha não chega a este lado<br />
&lt;lamer1&gt; pa saber..se es nina posso teclar ctg?se es nino fikas em paz?<br />
&lt;wysiwyg&gt; então ficamos em paz</p>
<p><span id="more-45"></span> &lt;lamer2&gt; oi<br />
&lt;lamer2&gt; m f?<br />
&lt;wysiwyg&gt; r<br />
&lt;lamer2&gt; nome?<br />
&lt;wysiwyg&gt; wysiwyg<br />
&lt;lamer2&gt; entao?<br />
&lt;wysiwyg&gt; tens que te esforçar mais<br />
&lt;lamer2&gt; xau</p>
<p>Claro que este tipo de idiotas não é novidade! Muitas conversas deste género eu tive há 8 anos&#8230; A novidade foi ter sido abordado tão de imediato (apesar do nick). Parece haver uma maior sede de fêmeas do que no passado. Talvez porque elas começam a escassear? Pergunto-me porquê!</p>
<p>Ah! A propósito, bastaria fazer um /whois wysiwyg:</p>
<p>* [wysiwyg] (wysiwyg@&#8212;&#8212;&#8212;-.cpe.netcabo.pt):  Carlos Franquinho<br />
* [wysiwyg] is a registered and identified nick<br />
* [wysiwyg] #leiria<br />
* [wysiwyg] netvisao1.ptnet.org :Netvisao &#8211; A sua Internet por cabo<br />
* [wysiwyg] inactivo 00:00:18, ligou-se: Sat Nov  3 23:53:44<br />
* [wysiwyg] Fim da lista WHOIS.</p>
<p>E caso algum dos lamers me esteja a ler, experimenta antes este formato para começo de conversa:</p>
<p>&lt;wysiwyg&gt; Olá!<br />
&lt;wysiwyg&gt; Eu sou o Carlos. E tu, como te chamas?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>I want to ride my bicycle</title>
		<link>http://eternos.org/2007/10/28/i-want-to-ride-my-bicycle/</link>
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		<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 11:22:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desabafos]]></category>
		<category><![CDATA[Devaneios]]></category>
		<category><![CDATA[Entomologia]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Lepidoptorologia]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[ciclismo]]></category>
		<category><![CDATA[marinha grande]]></category>
		<category><![CDATA[pinhal de leiria]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde há cerca de um ano, quando viemos morar para a Marinha Grande, que nos surgiu a ideia de comprar um par de bicicletas para podermos usufruir convenientemente do ambiente que nos rodeia.
Ora, não tendo feito segredo desta nossa vontade, acabei por receber a minha bicicleta no passado dia 21, no meu dia de anos! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde há cerca de um ano, quando viemos morar para a Marinha Grande, que nos surgiu a ideia de comprar um par de bicicletas para podermos usufruir convenientemente do ambiente que nos rodeia.</p>
<p>Ora, não tendo feito segredo desta nossa vontade, acabei por receber a minha bicicleta no passado dia 21, no meu dia de anos! <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Nada como um Sábado com uma tarde desocupada e um Sol invejável para testar o veículo. <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A intenção era, à partida, experimentar a bicicleta, o piso das ciclovias e a minha forma física&#8230;</p>
<p>Para tal, saí da Marinha Grande em direcção a São Pedro de Moel, deixando o resto do percurso em aberto. Acabou por ser um pouco mais longo do que previra!</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://www.eternos.org/wp-content/uploads/2007/10/percurso.jpg" alt="percurso bicicleta" /></p>
<p>Foram 35 km, a uma velocidade média de 15 km/h e máxima de 42 km/h. Nada mau, para uma primeira vez!</p>
<p><span id="more-34"></span><br />
<strong>O piso</strong></p>
<p>Embora a região seja servida com algumas das mais extensas ciclovias que conheço, há ainda algumas vozes que reclamam por mais. Dada a utilização que é tradicionalmente dada a este meio de transporte dentro da cidade, vejo-me obrigado a concordar. A construção deste tipo de trilhos desde o interior da cidade, com destaque para as estradas Marinha Grande &#8211; Vieira de Leiria e Marinha Grande &#8211; Nazaré, seria uma mais valia inestimável!</p>
<p>Eu tomei o caminho de São Pedro de Moel, e também aqui, fazem falta os poucos quilómetros que ligam o centro da cidade até ao Pinhal.</p>
<p>Finalmente chegados ao Pinhal de Leiria, o trilho obrigatório para ciclistas e peões revela-se de uma utilidade indiscutível. A velocidade a que os carros passam na estrada faz-nos perceber que mais que uma questão de comodidade, a ciclovia está ali por questões de segurança!</p>
<p>O troço Marinha Grande &#8211; São Pedro de Moel é o mais antigo do percurso que rodei neste dia, e isso nota-se. Aqui e ali começam a surgir alguns remendos no alcatrão, que numa via deste tipo se tornam bastante incómodos. Obviamente os senhores que colocam o alcatrão não costumam passar por lá de bicicleta, ou seriam mais zelosos!</p>
<p>Já o percurso São Pedro de Moel &#8211; Praia das Paredes, está em melhor estado, certamente por ser mais recente. Na via em torno do Vale das Paredes começam a surgir alguns buracos, essencialmente no lado Norte. Vamos ver como irá a Câmara de Alcobaça remendá-los.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/wysiwyg/1778687710/" title="Compartilhamento de fotos"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2146/1778687710_271d23aa75.jpg" alt="IMG_2961.JPG" height="311" width="500" /></a></p>
<p><strong>A bicicleta</strong></p>
<p>Confesso perceber muito pouco do assunto! Portou-se bem. Eu pedalava, ela rodava. Eu travava, ela desacelerava! <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Não estou habituado a ter 21 mudanças, e isso pode tornar-se um pouco confuso, mas imagino que seja uma questão de hábito. Nalguns momentos, a última mudança, supostamente mais pesada, pareceu-me leve demais. Poderia nessas ocasiões ter puxado mais por ela, e não consegui.</p>
<p>Ao fim de cerca de 20 km, o selim começou a tornar-se desconfortável. O meu rabo já ansiava por outro tipo de assento. Desconheço se o defeito seria do c* ou das calças&#8230; <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Natureza</strong></p>
<p>Ao longo do percurso, passei por inúmeras filas de processionárias. A tristemente célebre <i>Traumatocampa pityocampa</i> está aí em força. Como sempre, estes pequenos seres colocam-me num dilema. Sou apologista da não interferência com a Natureza e sempre que posso, tiro as minhas fotos ou observo sem causar impacto. Sabendo que estas larvas são as maiores responsáveis pela destruição dos nossos pinhais (logo a seguir aos fogos), o que fazer? Passar-lhe com os pneus por cima ou dar a volta&#8230;?</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/wysiwyg/1778699676/" title="Compartilhamento de fotos"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2360/1778699676_0a55606744.jpg" alt="IMG_2970.JPG" height="317" width="500" /></a></p>
<p>Passei por várias filas delas totalmente espezinhadas ou queimadas. Alguém não demonstra as mesmas dúvidas que eu quanto à interferência&#8230; Mas teremos nós o direito de fazer a escolha entre os pinheiros e as lagartas?</p>
<p>Chegando à Praia das Paredes, assisti ao maior ajuntamento de gaivotas que me consigo lembrar! Como não me vou pôr a contá-las, deixo-vos apenas a foto.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/wysiwyg/1793700078/" title="Compartilhamento de fotos"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2339/1793700078_006955909f.jpg" width="500" height="297" alt="IMG_2997.JPG" /></a></p>
<p><strong>Dificuldades </strong></p>
<p>Chegando às Paredes, caí na asneira de descer à Praia. Ora uma vez lá em baixo, é necessário voltar a subir. Pois, pois&#8230; As mudanças baixinhas mostraram finalmente a sua utilidade, e o ciclista chegou lá acima bastante ofegante. Podemos rodar 15 km sem praticamente os sentir passar, mas bastam 200 metros numa subida íngreme para finalmente sentir o cansaço!</p>
<p>Como não queria voltar pelo mesmo caminho, decidi subir pelo outro lado, o que me obrigou a dar a volta ao Vale das Paredes. Outra asneira. Aquilo de carro até parece fácil, mas revelou-se bem mais comprido do que eu me lembrava! O Vale em si, sempre me intrigou e um dia tenciono explorá-lo, mas não vejo outra maneira de o fazer senão a pé&#8230;</p>
<p>No regresso, escolhi a estrada do Tremelgo, não só para mudar de vista, mas também para testar um piso mais &#8220;bruto&#8221;.  O velocípede portou-se lindamente, o suporte improvisado para o GPS (fita-cola), no entanto, revelou ali a sua fraqueza&#8230; <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Os outros</strong></p>
<p>Ao longo deste percurso, cruzei-me com cerca de uma vintena de outros ciclistas. Todos, sem excepção equipados a rigor, dos pés à cabeça. Eu era o único de calças de ganga e t-shirt. Se não quero dar nas vistas, parece-me essencial investir num equipamento completo&#8230;</p>
<p>Apesar da sinalização que explica bem a proibição, ainda se encontram idiotas com veículos motorizados a destruir as dunas&#8230; Não é de admirar: não passei por qualquer carro da polícia ao longo das duas horas que andei na estrada.</p>
<p>Sente-se que o pessoal de carro tem inveja dos ciclistas. Eu também já estive no lugar deles e sentia o mesmo. <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>A paisagem</strong></p>
<p>Deslumbrante. Mas isso é algo que já sabia. Para nós que moramos por perto, é fácil esquecer a beleza daquilo que temos como garantido&#8230;</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/wysiwyg/1777869037/" title="Compartilhamento de fotos"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2164/1777869037_f8b049c64f.jpg" alt="IMG_2979.JPG" height="315" width="500" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/wysiwyg/1793652938/" title="Compartilhamento de fotos"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2370/1793652938_086a3fffdd.jpg" width="500" height="311" alt="IMG_2988.JPG" /></a></p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/wysiwyg/1793635132/" title="Compartilhamento de fotos"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2395/1793635132_43a4a8c70e.jpg" width="500" height="335" alt="IMG_2980.JPG" /></a>
</p>
<p><strong>Forma física</strong></p>
<p>Não foi minha intenção testar-me até ao limite.  Não posso afirmar que me tenha cansado muito (excepto na subida das Paredes). Tivesse eu saído de manhã cedo, e iria certamente mais longe. Na próxima aventura sozinho, ou com companhia que se disponha a isso, tenciono chegar à Nazaré.</p>
<p><strong>A lembrar</strong></p>
<p>Levar água. Duh!</p>
<p>Levar lenços de papel.</p>
<p>Deixar a máquina fotográfica em casa, ou arranjar uma mochila. A mala habitual torna-se demasiado incómoda.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.flickr.com/photos/wysiwyg/1792840317/" title="Compartilhamento de fotos"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2272/1792840317_3f33a14294.jpg" width="500" height="333" alt="IMG_2995.JPG" /></a></p>
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