Posts Tagged: capela


3
Jul 09

#50 -> Lusitanos, Romanos e a Senhora das Cabeças

GC1KHJN, de Blue Trekkers. N 40° 20.40? W 007° 25.07?

Embora a capela não seja propriamente impressionante, o local é! Tanto a paisagem como as ruínas são motivos mais que suficiente para uma visita. E se, graças ao geocaching, já estamos habituados a encontrar património ao abandono, não podemos deixar de ficar chocados com o estado a que chegaram estas ruínas com 3000 anos de história. No minimo dos mínimos, seria de exigir uma limpeza do local e um painel informativo! Seria um rombo assim tão grande no orçamento?!


1
Jul 09

A Capela do Mileu [Guarda]

GC1T8V7, de pamfer. N 40° 32.59? W 007° 15.40?

Infelizmente esta pequena capela estava fechada e não pudemos visitar o seu interior. Embora não faltem igrejas por esse país foram, nem todas se podem orgulhar de possuir uma história como a desta pequena capela. Independentemente da idade do templo, é quase certo que aquelas pedras vieram das ruínas romanas vizinhas e, por isso, assistiram à queda de impérios e à morte e nascimento de inúmeros reis. É fácil esquecê-lo com um olhar mais desatento…


3
Mai 09

Senhora da Penha [Portalegre]

GC144JJ, de manelov. N 39° 17.85? W 007° 26.54?

Esta cache já não estava nos nossos planos deste raid alentejano. A caminho de casa, porém, o gps deu sinal da sua presença e o caminho até lá era tão óbvio que seria crime não dar uma espreitadela! :D

Apareceu facilmente.

Mais uma vista fantástica sobre Portalegre. O local, porém, pareceu-nos um pouco degradado/abandonado. Pode ser só impressão nossa pois a pressa não nos permitiu apreciá-lo convenientemente, mas…


7
Set 08

"DOIS VINTE CINCO" [MACEIRA]

GC19206, de um-dois-três. N 39° 41.04? W 008° 53.11?

O enigma que constitui esta cache já tinha sido resolvido há algumas semanas, de forma a que, surgindo a oportunidade de passar pelo local, não fosse necessário perder mais tempo.

A oportunidade surgiu hoje.

Este é um daqueles locais que, de passagem, pensamos sempre visitar um dia, mas vamos adiando sempre, muito por culpa da escadaria que lhe dá acesso! :D

O geocaching, uma vez mais, a obrigar-nos a fazer coisas que, por comodismo, não fazemos habitualmente: subir e descer escadas!

Encontrada com facilidade, na companhia da família Takssista.


2
Ago 07

The Gift in the Monastery

GC14TP6, de dakidali. N 39° 32.94? W 008° 58.78?

Como turistas, podemos visitar o mesmo local dezenas de vezes. Em cada uma delas, iremos ver as mesmas coisas, tirar as mesmas fotografias, ouvir as mesmas histórias, dar os mesmos passos. Outros ângulos e diferentes histórias, estão ao nosso alcance, mas como turistas, seguimos a multidão e somos insensíveis ao que foge das normas pré-estabelecidas.

Mosteiro de Alcobaça

Como geocachers, quebramos as regras, atrevemo-nos a ir mais longe e deixamo-nos surpreender pelo novo e inesperado.

Não temos a noção de quantas vezes visitámos o Mosteiro de Alcobaça, quer por dentro, quer por fora, de passagem ou mais demoradamente. Sempre como turistas…

Hoje, como geocachers. :)

Mosteiro de Alcobaça

A primeira parte desta multicache, leva-nos até uma zona bastante frequentada por muggles (os tais turistas). Durante algum tempo, sentimo-nos confundidos. Apesar de julgarmos saber onde ela deveria estar, não víamos nada!

Finalmente, após uma pequena pausa, uma nova tentativa levou-nos direitinhos ao lugar certo.

A cache final, faz-nos dar a volta ao mosteiro, e ali, longe do olhar de muggles e dos circuitos turísticos, encontramos um beleza tranquila e inesperada.

Finalmente, temos uma visão do mosteiro no seu todo, ao longo dos séculos, como igreja, convento, asilo, prisão, cemitério…

A beleza da Capela do Desterro, faz-nos interrogar o motivo porque não vão até ali as visitas…

Capela do Desterro

Até chegarmos ao local da cache, não encontramos vedações, portões ou cancelas. O acesso parece ser livre, e no entanto…

Parece-nos haver escavações arqueológicas, pedaços de terreno protegidos por plásticos. Escavações abandonadas? Falta de verba para prosseguir?

Logo ao lado, entre as inúmeras criptas do local, uma campa centenária, aberta, revela os restos mortais do seu infeliz ocupante. Este, sem direito a protecção da chuva e do sol, ali está, ao abandono, até que torne ao pó e seja levado pelo vento.

Campa aberta

Não podemos deixar de sentir que estamos a invadir um local proibido, mas como disse antes, nada nos impede de chegar até aqui.

Ficamos com a esperança de que também este espaço seja devidamente arranjado e dado a conhecer ao público. Certamente esses futuros visitantes, turistas, não o verão como o vimos hoje. Quase intocado, proibido, quase fazendo-nos crer que fomos os primeiros a passar por ali, depois do último monge ter partido…

Escadaria